No século XVIII vivemos a Revolução Industrial.
Sua principal consequência foi a transição do sistema feudal para o sistema capitalista e a criação do sistema fabril mecanizado. A partir dos avanços tecnológicos da época, fábricas passaram a ter uma complexa substituição do trabalho manual por máquinas.
Isso por uma lado trouxe enormes avanços econômicos e por outro um crescimento desordenado das cidades, mais poluição ambiental e aumento do desemprego.
A máquina substituindo o homem.
No século XXI, vivemos a criação da Inteligência Artificial.
Por um lado ela simplifica tarefas, agiliza processos, aumenta a produtividade e reduz erro, por outro a resposta rápida gera dependência emocional e a longo prazo desvaloriza a inteligência humana.
Vivemos um período de transição e de intensa transformação comportamental, principalmente pelo rápido avanço tecnológico.
Que tenhamos a sabedoria de usufruir destes avanços lembrando sempre que, muitas vezes, o caminho é mais importante que a chegada e que o processo é o que gera conhecimento e aprendizado, muito mais que a finalização.
Até que ponto a velocidade maior de tudo é vantajosa? O que estamos perdendo em termos de relacionamento? Estamos evoluindo como pessoas na mesma proporção da tecnologia?
Que possamos refletir e fazer escolhas inteligentes, mais do que fáceis ou rápidas.

